quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Alo, fada madrinha?
E se eu quiser ser atriz?
tudo pode ser, ouvi na TV
Eu Posso ser borboleta?
Melhor! Posso ser casulo?
Tenho que ser diferente depois?
E se assim eu não gostar?
Ai não quero mais.
Mas se me deixassem eu ia.
Apesar de que eles dizem que pode
Mas sem vara de condão?
nem dizer simsalabim?
nem sobre como sou boa menina?
Se eu não sou boa menina
Vão deixar ser borboleta?
E atriz?
tudo pode ser, ouvi na TV
Eu Posso ser borboleta?
Melhor! Posso ser casulo?
Tenho que ser diferente depois?
E se assim eu não gostar?
Ai não quero mais.
Mas se me deixassem eu ia.
Apesar de que eles dizem que pode
Mas sem vara de condão?
nem dizer simsalabim?
nem sobre como sou boa menina?
Se eu não sou boa menina
Vão deixar ser borboleta?
E atriz?
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Convite industrializado
Sou designer.
Defendo a produção industrial como forma de obtenção em massa de produtos para a melhoria da qualidade de vida das pessoas...
Mas convite de casamento lacrado com plástico? Cadê a prioridade artesanal e intimista? E esse monte de plástico para ser deteriorado?
Quem inventou essa merda?
Defendo a produção industrial como forma de obtenção em massa de produtos para a melhoria da qualidade de vida das pessoas...
Mas convite de casamento lacrado com plástico? Cadê a prioridade artesanal e intimista? E esse monte de plástico para ser deteriorado?
Quem inventou essa merda?
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Parte da rua
Olha aquele moço. Que engraçado.
Maltrapilho coberto por uma manta suja.
Olha aquele moço de longa barba branca.
De sorrizo vazio engessado no rosto.
Olha aquele moço que pronuncia sons que só sua companheira, a loucura, sabe o que querem dizer.
Que engraçado. Até a juventude o deixou, e com uma mão na frente outra atrás.
Olha aquele moço que vive de escambo. Troca sua dignidade por um pedaço de pão e um canto escuro para dormir.
Aquele moço que espera a luz do sol vir lhe convidar para beber mais uma e ser denovo aquilo que sabe ser. Aquele moço engraçado.
Maltrapilho coberto por uma manta suja.
Olha aquele moço de longa barba branca.
De sorrizo vazio engessado no rosto.
Olha aquele moço que pronuncia sons que só sua companheira, a loucura, sabe o que querem dizer.
Que engraçado. Até a juventude o deixou, e com uma mão na frente outra atrás.
Olha aquele moço que vive de escambo. Troca sua dignidade por um pedaço de pão e um canto escuro para dormir.
Aquele moço que espera a luz do sol vir lhe convidar para beber mais uma e ser denovo aquilo que sabe ser. Aquele moço engraçado.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Diva
A midia cria padrões estéticos injustos para a maioria das muheres, que sem tempo para se dedicar acabam se entregando a seus perfis mediocres. Será?
Pare. Analise os criterios que distinguem as beldades da mediocridade. Ta dificil? Faça melhor. Analise os criterios que os homens usam para eleger uma mulher bonita. Gordura é um problema? Estirada no sofá ou balançando? A falta dela? E sobre um salto alto? Bonita ou gostosa? Olham ou comentam? Vale a pena?
Mulher bonita é a que faz bonito.
Faça testes e seja aquela você que vê o céu mais de perto.
Pare. Analise os criterios que distinguem as beldades da mediocridade. Ta dificil? Faça melhor. Analise os criterios que os homens usam para eleger uma mulher bonita. Gordura é um problema? Estirada no sofá ou balançando? A falta dela? E sobre um salto alto? Bonita ou gostosa? Olham ou comentam? Vale a pena?
Mulher bonita é a que faz bonito.
Faça testes e seja aquela você que vê o céu mais de perto.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Reflexão involuntária
Minha voz paira entre musicas que não dizem mais o que eu quero dizer
Meu mundo é tão meu? Ou será que o quero só pra mim?
Ou será que afogados no medo de não sermos nós, escondemos nossa realidade comum e vivemos os outros?
As cores que compro são as que não sei pintar, mas eu finjo.
Se soubessem quem sou talvez me dessem por louca, talvez por descoberta,
talvez continuassem a me esconder.
Quem sabe quantos mais estragos hão de fazer expressões de personalidade?
Os que tinham o que dizer não sobraram pra contar.
Mas e essa unha sem pintar... E os ruídos que não me deixam dormir?
Será que os anjos estão roucos?
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